Campo Grande (MS) – Nesta semana, nos dias 26 e 27, as crianças e adolescentes do Projeto Florestinha retomaram as atividades de Educação Ambiental e atenderam 305 alunos da Escola Municipal Irene Linda Ziole Crivelle, na cidade de Taquarussu.
O Projeto Florestinha de Campo Grande possui um cronograma de todo mês atender em Educação Ambiental, pelo menos a um município do Interior. Por enquanto estão agendados para o primeiro semestre de 2018: Jaraguari e Paranaíba em março, Três Lagoas em abril, Corumbá em maio e Ladário em junho. Os trabalhos também não deixam de ser executados na Capital. Durante a semana da água (19 a 23) várias escolas serão atendidas em Campo Grande e durante os meses seguintes.
A vantagem do trabalho de Educação Ambiental executado pelo Projeto Florestinha é que ele todo é realizado em metodologia lúdica e, além disso, são entregues folhetos patrocinados pela empresa MS-GAS, que é parceira no Projeto, sobre os temas discutidos aos professores, em quantidades dos alunos participantes, para que eles continuem a discussão dos temas, de forma que os estudantes entendam que o ambiente é um sistema complexo, de onde saem todas as riquezas e serviços que servem e mantêm viva à humanidade. Ou seja, trata-se de uma metodologia, em que a Educação Ambiental não-formal incentiva à formal, que será desenvolvida no dia-dia pelos professores.
A ideia é que os alunos entendam que nesse sistema complexo e interativo, qualquer ente afetado, prejudica outros em cadeia, gerando desequilíbrios que vão interferir diretamente na qualidade de vida do ser humano. As oficinas didáticas são as seguintes temáticas:
- Reciclagem de papel, com palestra sobre os problemas relacionados aos resíduos sólidos.
- Visitação ao museu de animais e peixes taxidermizados e materiais utilizados em crimes ambientais(empalhados), com palestra sobre fauna, pesca, atropelamentos de animais silvestres, etc.
- Apresentação do teatro de fantoches, com peças sobre as questões ambientais, como: desmatamentos, incêndios florestais e resíduos sólidos, etc.
- Ciclo da Água, com palestras sobre o ciclo, uso sustentável, poluição e escassez dos recursos hídricos.
- Casa da Energia –Trata-se de uma maquete de uma residência com todos os locais de consumo de energia (lâmpadas, chuveiros, ar condicionado, geladeira, micro-ondas etc.). Com esta oficina é realizada a discussão e informação sobre os tipos de energia e a importância ambiental de se economizar este recurso.
- Plantio de mudas nativas, com palestra sobre flora (Desmatamento, erosão de solos, controle de poluição, assoreamento), preservação, conservação e uso racional dos recursos hídricos.
O importante também desse trabalho é a formação de multiplicadores e o envolvimento dos policiais com a comunidade, o que permite mais confiabilidade e consequentemente mais empenho da população no auxílio em defesa do ambiente equilibrado, essencial à sadia qualidade de vida, conforme prevê o artigo 225 da Constituição Federal de 1988.
(ATENDIMENTOS EM 2017) – As crianças e adolescentes do Projeto Florestinha de Campo Grande realizaram, durante o ano letivo de 2017, trabalhos de Educação Ambiental para 40.712 alunos de 102 escolas públicas e privadas em 16 municípios do Estado. Desde o ano de 2009, já foram mais de 130.000 alunos atendidos em Campo Grande e no Interior.
(ATENDIMENTOS ENTRE 2009 A 2017)
Atendimentos de Educação Ambiental Florestinha entre os anos de 2009 a 2018.
| *2009 | 3750 |
| **2010 | 11436 |
| **2011 | 14525 |
| **2012 | 6844 |
| 2013 | 11917 |
| 2014 | 7870 |
| ***2015 | 11.862 |
| 2016 | 21.705 |
| 2017 | 40.712 |
| TOTAL | 130.621 |
* só era desenvolvido o teatro de fantoches e reciclagem – **introduz-se plantio e reciclagem. ***cinco oficinas – Dois Projetos em funcionamento em Campo Grande







