Policiais Militares prendem comerciante por vender bebidas alcoólicas a menores de idade

  • Publicado em 24 set 2019 • por Édi Marcio •

  • Campo Grande (MS) – Policiais Militares da 6ª CIPM (Companhia Independente de Polícia Militar) do Policiamento e Ronda  Escolar prenderam na tarde desta segunda – feira 23 de setembro de 2019 um comerciante de 56(cinquenta e seis) anos por  vender, fornecer, servir, ministrar e entregar bebidas alcoólicas a 02(duas) menores de idade nas Moreninhas.

    A equipe policial da  Ronda Escolar quando em rondas pela rua Grande Floresta, visualizou 02(duas) adolescentes, sendo elas respectivamente de 15(quinze) e 16(dezesseis) anos sentadas defronte a um bar, ambas  traziam consigo mochilas escolares, além disso, as duas  consumiam bebidas alcoólicas.

    No momento da abordagem as garotas se levantaram rapidamente,  adentraram o bar e entregaram os copos para o homem que estava no balcão.

    O comerciante ao ver a guarnição tentou colocar os copos dentro de um balde, porém foi repreendido e entregou os copos que ainda continham restos de cerveja.

    A menor de 16(dezesseis) no momento da abordagem se identificou como sendo maior, porém após o pedido da documentação a jovem admitiu ser menor de idade, e na delegacia  afirmou que tem o costume de ingerir cerveja juntamente  com sua  a mãe e familiares.

    Ainda relatou que as duas são amigas de escola, e que estudam no  período integral e  que nessa data, desceram do ônibus escolar e ficaram andando pelo bairro, sendo que as 12h decidiram ir para o bar.

    A menor de  15(quinze) anos, afirmou que tentaram comprar cerveja e que o dono do bar, negou, chegando a dizer que era proibido, mas que pouco depois mudou de ideia e forneceu a bebida gratuitamente.

    O autor declarou que as meninas chegaram no bar e que teriam dito serem maiores de idade, e que por isso, teria vendido  a bebida, porém o mesmo foi questionado sobre a aparência das garotas que visivelmente  revelam o contrário, aparentando ser  menores de idade.

    Diante dos fatos foi dada voz de prisão ao comerciante que foi conduzido a delegacia para providências cabíveis já as adolescentes foram encaminhadas segundo os preceitos e estatutos do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

     

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