Campo Grande (MS) – A Polícia Militar do Estado de Mato Grosso do Sul recebeu na manhã desta sexta-feira (22), no Centro de Ensino, Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CEFAP), o coordenador da Caravana da Saúde, Sergio Luiz Gonçalvez e o gerente de Controle de Vetores do Estado, Marcio Luiz de Oliveira, onde explanaram e reforçaram para os alunos do Curso de formação de Soldados e Cabos, a importância de uma ação intensiva de combate a possíveis focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre chikungunya.
Os policiais militares ouviram atentamente todas as orientações obtendo oportunidades de sanar varias duvidas com relação às doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Os alunos do Curso de Formação de Soldados puderam colocar em pratica, toda dinâmica utilizada pelos agentes de controle de vetores como um pequeno treinamento, supervisionada pela comandante do corpo de alunos, capitã Cleide Maria.
A Polícia Militar está entre as instituições que compõe o comitê Gestor Estadual de Políticas de Enfrentamento à Dengue, Chinkungunya e Zica Vírus, criado pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul a fim de otimizar as ações da campanha como forma de divulgar ações de controle e enfrentamento ao mosquito transmissor dessas doenças que tem assolado a sociedade.
Conforme o gerente de Controle de Vetores do Estado, Marcio Luiz de Oliveira, “O mosquito transmissor da dengue, Chinkungunya e Zica Vírus vive e se reproduz dentro das nossas casas. Agindo uma vez por semana na limpeza de criadouros, a população interfere no desenvolvimento do vetor, já que seu ciclo de vida, do ovo ao mosquito adulto, leva de 7 a 10 dias. Com uma ação semanal, é possível impedir que ovos, larvas e pupas do mosquito cheguem à fase adulta, freando a transmissão da doença”.
A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros.
Frederico Miranda – Comunicação Social PMMS











