Paranaíba (MS) – Desde a assunção do comando do 13º Batalhão de Polícia Militar pelo Tenente-coronel Ademir de Oliveira, a fiscalização ao cumprimento das medidas protetivas de urgência tem sido intensificada para proporcionar maior proteção às mulheres vítimas de violência doméstica em Paranaíba. Veja mais detalhes!
A Violência Doméstica contra Mulher é um dos principais motivos de solicitação da Polícia Militar em Paranaíba, a instituição tem dado especial atenção em seus atendimentos, buscando proporcionar às vítimas um acolhimento humanitário e eficiente.
A problemática da Violência doméstica é de difícil prevenção, tendo em vista que os múltiplos fatores que a geram estão incrustados na sociedade como, por exemplo, o machismo (onde muitos homens se sentem no direito de posse do corpo de suas esposas), a cultura popular de que violência doméstica não carece de intervenção (evidenciado muitas das vezes por ditados populares como: “Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”, “Roupa Suja se lava em Casa”), a falta de uma boa base de educação familiar, entre outros fatores.

A Polícia Militar em Paranaíba trabalha a prevenção a este tipo de violência através do policiamento ostensivo preventivo, de campanhas educativas, das ações do Programa Mulher Seguras (palestras, visitas técnicas e acompanhamento de casos), e tem intensificado a fiscalização ao cumprimento das medidas protetivas para prevenir a violência e proteger as mulheres.

Diariamente, os policiais militares das equipes de radiopatrulha realizam visitas às vítimas e verificam se as medidas protetivas de urgência estão sendo cumpridas pelos agressores. Caso tenham sido descumpridas, os policiais militares registram ocorrência policial para que o infrator responda por mais um crime que é o de descumprir a medida protetiva, e se o indivíduo é pego no ato do descumprimento da ordem judicial, ele é levado preso em flagrante para a delegacia de Polícia Civil.

A Polícia Militar orienta a todas as mulheres que sofrem violência doméstica para que rompam o medo e o silêncio, pois esses são os principais fatores da perpetuação da violência, a qual muitas das vezes pode chegar ao feminicídio. Nos casos em que a violência já ocorreu, procurem a Delegacia de Atendimento à Mulher e se estiver acontecendo acione imediatamente a Polícia Militar através do telefone 190. Para maiores orientações, ligue para o 180 – Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência.
13º Batalhão de Polícia Militar/P-5







