Campo Grande (MS) – Em fiscalização durante a operação Tiradentes, na parte a montante do lago da usina Sérgio Motta, no rio Paraná, Policiais Militares Ambientais do Grupamento de Porto Primavera, em Batayporã, apreenderam ontem (23) 36 redes de pesca armadas, medindo ao todo 1.600 metros. 500 metros das redes estavam armados nas proximidades do aterro da Usina, que se trata de local proibido para a pesca. Não se pode pescar a menos de 1500 metros da barragem, nem a montante e nem a jusante. Foram soltos 30 kg de pescado que estavam vivos e presos às redes.
O uso de petrechos proibidos do tipo redes de pesca é muito comum na região, pois, nos lagos das Usinas Hidrelétricas do rio Paraná, este petrecho é permitido para o pescador profissional, desde que identificado e com malha de tamanho a partir de 140 milímetros. Ocorre que muitos pescadores profissionais armam redes com malha menor à permitida e não identificam, além de pescadores amadores utilizarem estes petrechos sem previsão legal, o que caracteriza crime ambiental. Também armam redes emendadas, às vezes com mais de 2 km, sendo que a legislação só permite no máximo 100 metros, localizadas, a pelo menos, 150 metros uma da outra.
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