Aquidauana (MS) – Desde o dia 21 do último mês, as cidades de nossa área de atuação começaram a publicar, uma a uma, decretos que determinavam o chamado ‘toque de recolher’ e outras medidas de isolamento social, como forma de combate ao CORONAVÍRUS. Se por um lado, tais medidas recomendadas são úteis num contexto de pandemia, por outro, liga o alerta dos Órgãos de Segurança de MS para um triste e corriqueiro problema – a Violência Doméstica.
Frente a situação apresentada, o 7º Batalhão de Polícia Militar tem dividido sua atenção entre o combate ao vírus, sem deixar de lado as campanhas de orientação e a repressão a esse tipo de violência que ocorre principalmente contra as mulheres. Esse infeliz ato criminoso se dá de diversas formas e contextos, porém, num ambiente de típico isolamento, tal ato criminoso ganha proporções maiores, tanto pelas relações interpessoais por horas seguidas entre pessoas num mesmo ambiente, quanto por fatores sociais e econômicos.
E para também combater esse mal, a Polícia Militar atuante nas cidades de Aquidauana, Anastácio, Miranda e Dois irmãos do Burití, adotou 03 (três) frentes de batalhas: A repressão feita pelas equipes operacionais, o PROMUSE e as campanhas feitas pela sua Assessoria de Comunicação. Em suma, as estratégias ocorrem da seguinte forma:
- Trabalhos de repressão feitos pelas equipes operacionais: Aqui, o 7º Batalhão PM recebe, por intermédio de sua Central de Operações 190, as ligações sobre esse tipo de violência, e de imediato encaminha as equipes operacionais para o rápido atendimento as vítimas e a prisão em flagrante dos autores. Além desse canal, destacam-se as ligações feitas ao número 180 (Central de Atendimento a Mulher), que atuam da mesma forma, recebendo as denúncias e repassando as Forças de Segurança de todo o Brasil;
- PROMUSE: O 7º Batalhão de Polícia Militar ainda possui o ‘Programa Mulher Segura (PROMUSE)’, que conta com policiais militares capacitados a desenvolverem atividades de policiamento ostensivo/preventivo nas ocorrências envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher, e diligências no cumprimento das Medidas Protetivas de Urgência, conforme prevê a Lei Maria da Penha. Nele, todos os casos são catalogados para que as vítimas não fiquem sem assistência e os criminosos não fiquem impunes;
- Campanhas da Assessoria de Comunicação Social: Partindo da premissa de que ‘… o que não é visto, não é lembrado’, o 7º Batalhão PM tem investido forte nos últimos anos, nesse tipo de ferramenta digital. Multifacetado, o setor chamado de “P5” dentro da instituição, torna público a comunidade, os trabalhos por ela realizados, e leva por intermédio de suas redes sociais (facebook, Instagram e site), alertas, dicas e orientações sobre assuntos de utilidade pública e prevenção de crimes. Participações em parcerias com os setores da imprensa e radialistas das cidades também são realizados diariamente.
À luz do exposto, a ideia em cada policial militar é de que em todos os momentos, inclusive nesses dias difíceis, ‘o trabalho não pode parar’. Temos diversos pontos de combate e cada um deles recebe o devido tratamento, para que na comunidade permaneça a certeza de que nada passa despercebido aos olhos da Polícia Militar.
(Assessoria de comunicação Social do 7º Batalhão de Polícia Militar)







